Morfologia e biometria de espécies conhecidas como quebra-pedra das famílias Phyllanthaceae e Euphorbiaceae

Artículo original

 

Morfologia e biometria de espécies conhecidas como quebra-pedra das famílias Phyllanthaceae e Euphorbiaceae

Morfología y biometría de las especies conocidas como rompepiedra de las familias Phyllanthaceae y Euphorbiaceae

Morphological and biometric characterization of the species known as stonebreakers from the families Phyllanthaceae and Euphorbiaceae

 

Luena de Oliveira da Conceição1* https://orcid.org/0000-0002-1502-9418
Elisa Mitsuko Aoyama1 https://orcid.org/0000-0002-3131-2782
Marcos Roberto Furlan2 https://orcid.org/0000-0002-8853-6736


1
Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas. Rodovia, São Mateus. ES, Brasil.

2Universidade de Taubaté, Departamento de Ciências Agrárias, Taubaté - SP, Brasil.

*Autor para correspondência: luena09@gmail.com

 

 


RESUMO

Introdução: Para a utilização correta de plantas medicinais, drogas vegetais ou fitoterápicos é essencial a busca de informações por meio dos nomes científicos, os quais são universais e seguem regras para a sua elaboração. O uso terapêutico de plantas pela população com a denominação quebra-pedra no tratamento de enfermidades é comum. No entanto, poucas possuem a comprovação científica e as caracterizações morfológicas e biométricas.
Objetivo: Fornecer características morfológicas e biométricas de espécies conhecidas como quebra-pedra.
Métodos: Foram analisadas as espécies: Euphorbia prostrata Aiton., Euphorbia hyssopifolia L., Phyllanthus amarus Schumach. & Thonn e Phyllanthus tenellus Roxb., coletadas no município de São Mateus, ES. Os parâmetros morfológicos analisados foram: filotaxia, venação, margem, formas do limbo, incluindo ápice e base. Para a biometria, apenas as folhas foram analisadas, utilizando 30 folhas entre 3º e 9º nós de 15 indivíduos para cada espécie, para os parâmetros: comprimento e largura do limbo e comprimento do pecíolo.
Resultados: Morfologicamente, os indivíduos analisados apresentaram semelhança quanto ao porte, e diferenças significativas na classificação caulinar de E. prostrata, e foliar em razão da forma do ápice, que pode ser critério para diferenciação das espécies de Euphorbia, e da base para diferenciar os Phyllanthus. Há também diferenças em relação à margem e a filotaxia que pode diferenciá-las no nível de gênero, em se tratando das quatro espécies deste estudo.
Conclusão: Nas análises morfo-biométricas, E. prostrata se destaca por apresentar caule rastejante, bem como por apresentar os menores valores médios para as dimensões da lâmina foliar.

Palavras-chave: Euphorbia; Phyllanthus; nome popular; planta medicinal.


RESUMEN

Introducción: Para poder aprovechar correctamente las plantas medicinales, las drogas vegetales o las terapias naturales, es esencial contar con información sobre ellas mediante búsquedas por sus nombres científicos, los cuales son universales y responden a las reglas que se siguen para su denominación. Es común el uso que hace la población de las plantas denominadas rompepiedras para tratar algunas enfermedades. Sin embargo, no todas han sido comprobadas científicamente ni existe una descripción de sus rasgos morfológicos y biométricos.
Objetivo: Brindar información acerca de las características morfológicas y biométricas de las especies conocidas como rompepiedras.
Métodos: Se analizaron las especies Euphorbia prostrata Aiton, Euphorbia hyssopifolia L., Phyllanthus amarus Schumach &Thonn y Phyllanthus tenellus Roxb. que se recolectaron en la ciudad de São Mateus, ES. Se examinaron los siguientes rasgos morfológicos: filotaxia, venación, margen, formas del limbo, incluyendo el ápice y la base. Para realizar la biometría se tomaron 15 muestras de cada especie y se analizaron solamente las hojas en número de 30 entre el tercer y el noveno nudo, y se tuvieron en cuenta la longitud y la anchura del limbo y la longitud del pecíolo.
Resultados: Morfológicamente, las muestras analizadas presentaron semejanza en cuanto al aspecto y diferencias significativas en cuanto al tallo y a las hojas debido a la forma del ápice, lo que puede ser un criterio que distingue las especies de Euphorbia, y aporta el elemento para distinguir los Phyllanthus. Hay también diferencias con relación a los bordes y a la filotaxia que pueden deberse al género al que pertenecen las cuatro especies de este estudio.
Conclusión : En los análisis morfológico y biométrico, E. prostrata se destaca por tener tallo rastrero, así como por los valores medios más bajos para las dimensiones de la lámina foliar.

Palabras clave: Euphorbia; Phyllanthus; nombre popular; planta medicinal.


ABSTRACT

Introduction: To make optimum, appropriate use of medicinal plants, plant drugs and natural therapies, it is essential to search for information about them using their scientific names, which are universal and respond to rules of nomenclature. It is common practice to use the plants known as stonebreakers to treat several diseases. However, not all of them have been scientifically tested nor is there a description of their morphological and biometric features.
Objective: Provide information about the morphological and biometric characteristics of the species known as stonebreakers.
Methods: Analysis was performed of the species Euphorbia prostrata Aiton, Euphorbia hyssopifolia L., Phyllanthus amarus Schumach &Thonn and Phyllanthus tenellus Roxb., specimens of which were collected from the city of São Mateus, ES. The following morphological features were assessed: phyllotaxis, venation, margin, and shape of the limbo, including the tip and the base. For biometric analysis, 15 specimens were selected from each species. Only leaves amounting to 30 between the third and the ninth nodes were examined. Attention was paid to the length and width of the limbo and the length of the petiole.
Results: Morphologically, the specimens analyzed were found to be similar in terms of appearance and significant differences in their stem and leaves due to the shape of their tip. This criterion may be useful to distinguish Euphorbia and Phyllanthus species. Differences were also found in the edges and phyllotaxis, which may be due to the genera to which the four study species belong.
Conclusion: Morphological and biometric analysis found that E. prostrata is characterized by its creeping stem and the smallest leaf size mean values.

Key words: Euphorbia, Phyllanthus, common name, medicinal plant


 

 

Recibido: 18/09/2017
Aprobado: 01/02/2019

 

 

INTRODUÇÃO

A denominação de uma planta medicinal possui duas origens. A primeira, denominada de nome popular, vernáculo popular ou nome vulgar, é oriunda da população, não possui regras e pode variar de uma região para outra, ou ser usado para mais de uma espécie, como, por exemplo, o vernáculo popular quebra-pedra pode ser referência para várias espécies, inclusive de famílias e de gêneros diferentes.(1)

Para a utilização correta de plantas medicinais, drogas vegetais ou fitoterápicos, é essencial a busca de informações por meio dos nomes científicos, os quais são universais e seguem regras para a sua elaboração.(1)

Para se chegar ao nome científico do vegetal, informações sobre a anatomia e a morfologia da planta são essenciais, principalmente porque irão demonstrar as diferenças entre as espécies que possuem a mesma denominação,(2) como, por exemplo entre as que recebem a denominação quebra-pedra.

A análise da droga vegetal sempre deve ser iniciada pelo estudo morfológico e anatômico, sendo complementada, em uma etapa seguinte, pelo estudo químico.(2)

O uso terapêutico de plantas pela população com a denominação quebra-pedra no tratamento de enfermidades é comum, como se verifica em estudos de etnobotânica.(3,4,5,6) No entanto, poucas possuem a comprovação científica e as caracterizações morfológica e biométricas. No Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é citada apenas a espécie Phyllanthus niruri L. com a denominação popular quebra-pedra.(7)

Essas espécies estão predominantemente nas famílias Euphorbiaceae Juss. E Phyllanthaceae Martinov, as quais são amplamente distribuídas, com maior diversidade em regiões tropicais.(8)

O presente trabalho teve como objetivo fornecer características morfológicas e biométricas de espécies conhecidas como quebra-pedra.

 

 

MÉTODOS

Material vegetal e locais de coleta

Espécimes que recebem a denominação por quebra-pedra foram coletados no Campus da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) (S 18° 40.466' W 039°51.774'; S 18°40.506' W 039°51.676') e no bairro Sernamby (S 18°43.323' W 039°51.163'; S 18°43.245' W039°51.216'), ambos localizados no município de São Mateus, Estado do Espírito Santo, Brasil, no período de janeiro de 2014 a março de 2015. Foram analisadas as espécies: Euphorbia prostrata Aiton (28330) (Fig. 1A), Euphorbia hyssopifolia L. (29060) (Fig. 1B), Phyllanthus amarus Schumach. & Thonn (29095) (Fig. 1C) e Phyllanthus tenellus Roxb. (24754) (Fig. 1D). Entre parênteses os números de voucher no Herbário da Universidade Federal do Espírito Santo (VIES).

Para as análises morfológicas e biométricas, foram coletados de 20 a 30 indivíduos adultos por espécie. Parte do material botânico coletado foi colocado em prensas, desidratado em estufa e posteriormente depositado no herbário da Universidade Federal do Espírito Santo. Para a identificação botânica foram utilizadas literatura específica da área.(9,10,11,12)

Morfologia e biometria

A análise morfológica das partes vegetativas (caule e folha), realizada no laboratório de Botânica da UFES, Campus São Mateus, teve como base as terminologias citadas em publicações. (13,14)

Os parâmetros morfológicos analisados foram: porte e tipo de caule, forma do limbo, forma do ápice, forma da base, venação e filotaxia. Para a biometria, apenas as folhas foram analisadas, utilizando 30 folhas entre 3º e 9º nós de 15 indivíduos para cada espécie, de acordo com os seguintes parâmetros: comprimento e largura da lâmina foliar e comprimento do pecíolo, com auxílio do paquímetro digital.

 

 

RESULTADOS

As espécies possuem porte herbáceo (Fig. 1). Quanto ao crescimento, E. hyssopifolia, P. amarus e P. tenellus crescem de forma ereta. No entanto, E. prostrata apresenta crescimento do tipo prostrado.

 

 

Os indivíduos de E. prostrata analisados, apresentaram caule aéreo do tipo rastejante, e do tipo haste nas demais (tabela 1).

As quatro espécies possuem folhas simples e completas, com pecíolo curto. Os indivíduos de E. prostrata e E. hyssopifolia apresentaram folhas opostas dísticas (Fig. 2 A, B, C) e venação actinódroma, quando apresenta três nervuras principais que se originam na base do limbo (tabela 2), base assimétrica, margem levemente serreada em E. prostrata (Fig. 3 A, B) e serreada em E. hyssopifolia (Fig. 3 C, D) (tabela 2).

P. tenellus e P. amarus apresentaram folhas alternas dísticas (Fig. 2 A, D, E) e venação broquidódroma (tabela 2), padrão onde suas nervuras secundárias se unem em uma série de arcos proeminentes. Base simétrica e margem inteira (Fig. 3 E, F, G, H).

 

 

As espécies também podem ser visivelmente distinguidas pelas dimensões foliares (Fig. 3), sendo confirmado por dados biométricos através dos valores médios do comprimento e largura das folhas, das quatro espécies de quebra-pedra (tabela 3).

 

 

DISCUSSÃO

Morfologicamente, os indivíduos analisados apresentaram semelhança quanto ao porte, e diferenças significativas na classificação caulinar de E. prostrata, e foliar em razão da forma do ápice, que pode ser critério para diferenciação de E. prostrata e E. hyssopifolia, e da base para diferenciar P. amarus de P. tenellus. Há também diferenças em relação à margem e a filotaxia que pode diferenciá-las no nível de gênero, em se tratando das quatro espécies deste estudo.

Cerca de 70 % das espécies pertencentes ao gênero Phyllanthus L. são herbáceas.(15) Este tipo de porte é característico de plantas que possuem pouca ou nenhuma lignificação, geralmente de coloração esverdeada e flexível.(16)

Os caules eretos são típicos de plantas que disputam a luz solar.(14) Esse tipo é encontrado na maioria das espécies do gênero Euphorbia L. ocorrentes no estado de São Paulo.(12) No entanto, E. prostrata apresenta crescimento do tipo prostrado, assim como Euphorbia adenoptera Bertol,Euphorbia thymifolia L., Euphorbia peperomioides Boiss e Euphorbia serpens Kunth.(12)

O caule é o principal responsável pelo porte da planta, pois suas características definem a forma e estrutura da mesma, e os diferentes tipos de ambiente que as plantas exploram, possuem relação direta com o tipo de caule.(14)

De acordo com outra pesquisa, P. amarus e P. tenellus apresentam ramificação filantoide com ramos pinatiformes, por apresentar folhas dispostas disticamente, assemelhando-se a uma folha composta pinada, assim como Phyllanthus minutulus Müll. Arg, Phyllanthus niruri L., e Phyllanthus stipulates (Raf.) G. L. Webster.(11)

As espécies de Euphorbia pertencentes ao subgêneroChamaesyce sect. Anisophyllum, na qual se inclui E. prostrata e E. hyssopifolia, apresentam folhas opostas e base assimétrica, corroborando com o observado neste estudo.(12) P. tenellus e P. amarus apresentaram disposição das folhas e venação condizentes com a descrição feita para P. tenellus na farmacopeia brasileira.(17) No entanto, segundo outra pesquisa, P. tenellus possui folhas dispostas opostamente,(18) diferente do que foi descrito em outros estudos,(11,15,17,19) o que confirma que as folhas em Phyllanthus são alternas e não opostas.

Euphorbia. prostrata apresentou os menores valores médios para os parâmetros comprimento e largura da lâmina foliar.

E uphorbia hyssopifolia apresentou valor médio de comprimento superior as demais, porém suas folhas são mais estreitas que as de P. tenellus. Em relação ao comprimento médio do pecíolo, P. amarus e P. tenellus apresentaram os menores valores em relação à E. prostrata e E. hyssopifolia.

De acordo com uma pesquisa,(12) E. prostrata apresenta lâmina com 2-7 mm de comprimento e 2-5 mm de largura, e pecíolo 0,5-1 mm de comprimento e E. hyssopifolia apresenta lâmina com 5-45 x 3-15 mm e pecíolo 0,5 a 2 mm. Em outra pesquisa,(10) P. amarus apresentou lâmina com 8-10 x 3-4 mm e pecíolo 1 mm, muito similar as dimensões foliares de P. niruri L. (8-13 x 3-4 mm e pecíolo 0,5-1 mm), também analisada nesta mesma pesquisa. P. tenellus apresentou lâminas com 8-25 mm x 5-12 mm e pecíolo com até 1 mm.(19) Os dados biométricos descritos pelos autores, se assemelham aos dados obtidos neste estudo, com exceção do comprimento do pecíolo de P. amarus que apresentou valor mediano bem abaixo do descrito por outros autores.(10)

Em estudo realizado,(20) em que utilizou-se indivíduos de P. amarus, P. tenellus e P. niruri coletados no estado de Pernambuco, concluiu-se que as áreas foliares de todas as espécies coletadas no agreste foram menores que as obtidas na região metropolitana com diferenças interespécies e que a forma da folha é um importante meio de diferenciação e identificação de tais espécies, já que as bordas não sofreram modificações em virtude do ambiente, se verificando apenas as variações ambientais.

Nas análises morfo-biométricas E. prostrata destaca-se por apresentar caule rastejante, bem como por apresentar os menores valores médios para as dimensões da lâmina foliar.

Os estudos morfológicos de caules e folhas são de grande relevância para o conhecimento e diferenciação das espécies conhecidas popularmente por quebra-pedra, e tais parâmetros podem ser utilizados para contribuir com a identificação de outras espécies com mesmo nome popular.

 

 

REFERÊNCIAS

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16. Oliveira F, Akisue G. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia vegetal. 3ª ed. São Paulo: Atheneu; 2009.

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20. Nascimento JE. Estudo comparative de três espécies dePhyllanthus (Phyllanthaceae) conhecidas por quebra-pedra ( Phyllanthus niruri L.; Phyllanthus amarus Schum & Thonn. e Phyllanthus tenellus Roxb.) [tese]. Recife: Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal de Pernambuco; 2008. Disponível em: http://repositorio.ufpe.br:8080/bitstream/handle/123456789/2986/arquivo2092_1.pdf?sequence=1&isAllowed=y

 

Conflicto de intereses

Los autores expresan que no tienen conflicto de intereses.

 

Contribuição de lós autores

L.O. Conceição foi responsável pela coleta das plantas, análise dos dados e escrita prévia da metodologia, resultados, discussões e conclusão.
E.M. Aoyama participou na análise dos dados, elaborou o resumo e fez contribuições em todas as seções do artigo.
M.R. Furlan escreveu a introdução, traduziu o resumo e contribuiu na escrita do texto, principalmente nos resultados e discussões.

Todos os autores contribuíram para a concepção do artigo e revisão final.





Copyright (c) 2019 Luena de Oliveira da Conceição, Elisa Mitsuko Aoyama, Marcos Roberto Furlan

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