Bioactividad de Aspidosperma pyrifolium Mart. (pereiro) en Palembus dermestoides (Coleoptera: Tenebrionidae)

ARTÍCULO ORIGINAL

 

Bioatividade de Aspidosperma pyrifolium Mart. (pereiro) sobre Palembus dermestoides (Coleoptera: Tenebrionidae)

 

Bioactividad de Aspidosperma pyrifolium Mart. (pereiro) en Palembus dermestoides (Coleoptera: Tenebrionidae)

 

Bioactivity of Aspidosperma pyrifolium Mart. (pereiro) against Palembus dermestoides (Coleoptera: Tenebrionidae)

 

 

Bruno Adelino de Melo,I Juliana Ferreira da Silva,I Thárcia Kiara Beserra de Oliveira,I Francisco de Assis Cardoso Almeida,I Josivanda Palmeira GomesI

I Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande. Paraíba, Brasil.

 

 


RESUMO

Introdução: Os inseticidas de origem vegetal demostram ser uma alternativa para o controle de insetos que atacam produtos armazenados. Uma fonte promissora de moléculas com ação inseticida são as plantas medicinais.
Objetivo: Avaliar o potencial inseticida do extrato hidroalcoólico de cascas de Aspidosperma pyrifolium (pereiro) sobre ovos e adultos de Palembus dermestoides.
Métodos: O trabalho foi composto por dois bioensaios. No primeiro, avaliou-se a bioatividade do extrato hidroalcoólico de A. pyrifolium sobre ovos com até 24 h. Esses ovos foram agrupados em número de 20 por repetição e submetidos ao extrato, na forma de névoa, nos percentuais de 0 (controle), 25, 50, 75 e 100 % (extrato bruto), aplicando-se 1000 µL da solução. Após cinco dias foram contabilizados o número de larvas eclodidas. No segundo bioensaio, 10 insetos adultos por repetição, com até 30 dias de vida, foram expostos ao extrato, na forma de névoa, nas doses de 0, 625, 1250, 1750 e 2500 µL. A mortalidade dos insetos foi registrada 24, 48 e 72 h após a exposição ao extrato.
Resultados: Observou-se redução de até 90 % na oviposição quando utilizado o percentual de 100 % (extrato bruto). Quanto a mortalidade sobre adultos, doses a partir de 1250 µL controlaram 100 % dos insetos.
Conclusão: O extrato de A. pyrifolium possui atividade inseticida sobre ovos e adultos de P. dermestoides.

Palavras-chave: Besouro-do-amendoim; controle alternativo; inseticidas botânicos.


RESUMEN

Introducción: Los insecticidas de origen vegetal han demostrado ser una alternativa para el control de los insectos que atacan los productos almacenados y las plantas medicinales son una fuente prometedora de moléculas con acción insecticida.
Objetivo: Evaluar el potencial insecticida del extracto hidroalcohólico de la corteza de Aspidosperma pyrifolium (pereiro) contra los huevos y adultos de Palembus dermestoides.
Métodos: El trabajo se basó en dos bioensayos. En el primero se evaluó la bioactividad del extracto hidroalcohólico de A. pyrifolium contra los huevos con hasta 24 h. Los huevos fueron agrupados en número de 20 por repetición y expuestos al extracto en forma de niebla en porcentajes de 0 (control), 25, 50, 75 y 100 % (extracto bruto) mediante la aplicación de 1 000 µL de la solución. Después de cinco días se contó el número de larvas eclosionadas. En el segundo bioensayo, 10 insectos adultos por repetición con hasta 30 días de vida fueron expuestos al extracto en forma de niebla en dosis de 0, 625, 1 250, 1 750 y 2 500 µL. Se registró la mortalidad de los insectos a las 24, 48 y 72 h después de la aplicación del extracto.
Resultados: Se observó reducción de la oviposición de hasta 90 % cuando se utilizó el extracto al 100 %. En relación con la mortalidad de los adultos, las dosis desde 1 250 µL mataron el 100 % de los insectos.
Conclusión: El extracto de A. pyrifolium tiene actividad insecticida contra los huevos y los adultos de P. dermestoides.

Palabras clave: escarabajo del maní; control alternativo; insecticidas botánicos.


ABSTRACT

Introduction: Insecticides of plant origin have proved to be an alternative for the control of insects attacking stored products. Medicinal plants are a promising source of molecules with insecticidal activity.
Objective: Evaluate the insecticidal potential of the hydroalcoholic extract from bark of Aspidosperma pyrifolium (pereiro) against Palembus dermestoides eggs and adults.
Methods: The study was based on two bioassays. The first one evaluated the bioactivity of the A. pyrifolium hydroalcoholic extract against eggs of up to 24 h. The eggs were distributed in groups of 20 per replicate and exposed to the extract as mist in percentages of 0 (control), 25, 50, 75 and 100% (crude extract) applying 1 000 µl of the solution. Five days later the hatched larvae were counted. In the second bioassay, 10 adult insects of up to 30 days per replicate were exposed to the extract as mist at doses of 0, 625, 1 250, 1 750 and 2 500 µl. Mortality of the insects was recorded 24, 48 and 72 h after application of the extract.
Results: A reduction in oviposition of up to 90 % was observed when the extract was used at 100 %. As for mortality on adults, doses from 1 250 μL killed 100 % of the insects.
Conclusion: The A. pyrifolium extract has insecticidal activity against P. dermestoides eggs and adults.

Key words: peanut beetle, alternative control, botanical insecticides.


 

 

INTRODUÇÃO

Palembus dermestoides (Fairmaire, 1893) (Coleoptera: Tenebrionidae) é um pequeno besouro cletrófago, praga de produtos armazenados e popularmente conhecido como besouro ou gorgulho do amendoim.1 É oriundo da China e do sudeste asiático. Sua área de ocorrência, atualmente, se estende por vários países, incluindo o Brasil.2 É considerado uma praga de grãos armazenados, tendo sido primeiramente encontrado em farelo de milho e aveia. Na Malásia, porém, sua ocorrência foi registrada em grãos de amendoim, arroz, aveia, farelo de cereais, feijão, gérmen de trigo, milho, soja e sorgo.3

Como consequência disto, os agricultores fazem uso de medidas de controle antes e durante o período de armazenamento. O uso de produtos químicos de diversas classes toxicológicas é o método de controle mais empregado contra insetos praga de produtos armazenados. Apesar da alta eficiência que esses produtos possuem, o uso intensivo pode provocar diversos problemas como, por exemplo, a seleção de populações de insetos resistentes, acúmulo de resíduos tóxicos nos alimentos de consumo humano, contaminação do ambiente, e aumento no custo de produção.4

Uma alternativa ao controle químico é a utilização de produtos botânicos. Esses produtos são vantajosos, pois, apresentam um custo reduzido, facilidade de obtenção e utilização, não exigem mão de obra qualificada para a sua aplicação e apresentam pouco ou nenhum impacto ao ser humano e ao meio ambiente.5

A procura por propriedades inseticidas em plantas medicinais tem se tornado uma forma promissora na descoberta de novas fontes de inseticidas naturais.6 Muitas das plantas medicinais são usadas empiricamente pela população no tratamento de diversas doenças. Esse poder curativo ou atenuador, existente nessas plantas, se dá devido a substâncias por elas produzidas, podendo existir entre essas substâncias várias que exerçam algum efeito repelente ou inseticida.

Aspidosperma pyrifolium Mart. é uma planta da família Apocynaceae, muito conhecida como pereiro, pau-pereiro, pereiro-vermelho, pau-de-coaru,7 que ocorre nos Estados do Nordeste até a Bahia e norte de Minas Gerais. Tem larga dispersão em toda a zona da caatinga, sendo geralmente encontrado na zona do sertão baixo do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba, em vários tipos de solos e entre pedras e rochedos. É considerada espécie endêmica na caatinga.8 Na medicina caseira, o pereiro é utilizado no tratamento de dores estomacais, cólicas, comichões, problemas cardíacos, afecções urinárias, dermatite, calmante.9 Ainda é utilizado no tratamento contra febre, distúrbios respiratórios e como anti-emético.10

Diante o exposto, objetivou-se avaliar o potencial bioativo do extrato de A. pyrifolium sobre ovos e adultos de Palembus dermestoides (Coleoptera: Tenebrionidae).

 

MÉTODOS

Os bioensaios foram realizados sob condições controladas de temperatura (28,0 ± 2,0 °C) e umidade relativa do ar (85 ± 5,0 %), no Laboratório de Análise de Sementes pertencente a Unidade Acadêmica de Engenharia Agrícola (UAEA), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus de Campina Grande, Paraíba, Brasil.

Para manutenção da criação, aproximadamente 50 casais de P. dermestoides, foram colocados em recipientes plásticos (500 mL), com tampa perfurada, tendo como substrato grãos de amendoim da cultivar BRS Havana. Sobre os grãos de amendoim foram colocados os cartões para coleta de ovos11 e a cada 48 h esses cartões foram renovados. Os cartões com as posturas foram transferidos para bandejas plásticas possuindo farelo de milho peneirado onde as larvas eclodiram e ali permaneceram até a emergência dos adultos.

O extrato foi preparado a partir de cascas de pereiro (Aspidosperma pyrifolium Mart) que foram coletadas em uma área de Caatinga no município de Pombal, Paraíba, Brasil, de cinco plantas adultas, espaçadas aproximadamente 10 m uma da outra. A coleta do material vegetal foi realizada aleatoriamente na planta utilizando uma tesoura tipo corta-galho e/ou facão. O material coletado foi embalado individualmente em sacos plásticos, etiquetado e levado ao laboratório. Amostras dessa planta foram comparadas com espécimes contidas no Neotropical Herbarium Specimens - Field Museum of Natural History, através do banco de dados de imagens disponibilizado online.

No laboratório, o material vegetal foi submetido a uma lavagem simples com água, para retirada de impurezas, e em seguida colocado para secar em estufa com circulação mecânica de ar, a uma temperatura de 40 °C durante 72 h.12 Após esse período, o material foi triturado em moinho elétrico de facas e o pó obtido desse processo foi peneirado para uniformização da granulometria.

Para obtenção do extrato, o pó das cascas de A. pyrifolium foi pesado e umedecido com álcool etílico 70°. Essa solução foi mantida em uma maceração por 72 h, em temperatura ambiente de 25,0 ± 4,0 °C e na ausência da luz. A solução foi submetida a agitação diária por cinco minutos. A quantidade de pó utilizada correspondeu a 20 % do volume de álcool utilizado.13-14 Posteriormente a solução foi filtrada em papel filtro e o extrato armazenado em recipiente de vidro âmbar com capacidade para 0,5 L.

Para coleta dos ovos, cartões foram colocados em recipientes de criação e após 24 h foram retirados, agrupados em número de 20 ovos e submetidos ao tratamento com extrato vegetal pelo método da nebulização utilizado por Almeida15 nos percentuais de 0 (sem aplicação), 25; 50; 75 e 100 % (extrato bruto) de extrato na solução, aplicando-se 1000 µL da solução por repetição. Utilizou-se álcool 70º para preparar os diferentes percentuais. O extrato vegetal, nos diferentes percentuais, foi levado até os ovos na forma de névoa para o interior de recipientes plásticos, onde se encontravam os ovos. Todos os recipientes eram de igual tamanho e volume (70 mL), exibindo pequenos orifícios próximos a tampa para a saída do excesso de névoa gerada pelo compressor. Esses ovos foram transferidos para placas de petri plásticas (Ø = 4,0 cm) e mantidas em câmara B.O.D. O efeito do extrato sobre os ovos foi avaliado no quinto dia após o tratamento, através do número de larvas eclodidas, sendo os resultados expressos em porcentagem.

Para determinar o potencial biocida do extrato de A. pyrifolium nas doses de 625; 1250; 1875 e 2500 µL sobre P. dermestoides, empregou-se, com modificações, a metodologia utilizada no bioensaio anterior. Todos os recipientes onde os insetos permaneceram eram de igual tamanho e volume (100 mL). Foram utilizados 10 insetos com até 30 dias de vida por repetição. A mortalidade foi avaliada as 24, 48 e 72 h após a aplicação do extrato. Foram considerados mortos os insetos que após toque com uma pinça não apresentaram nenhuma reação. Os resultados foram expressos em porcentagem.

Os bioensaios foram organizados em delineamento inteiramente casualizado e cada tratamento foi repetido quatro vezes. Para o bioensaio com ovos empregou-se regressão na análise de variância. No bioensaio com adultos, o mesmo foi disposto em esquema fatorial 5 × 3 (doses x tempos de avaliação). Considerou-se os tempos de avaliação como tratamentos qualitativos, uma vez que não existiam tratamentos suficientes para realizar uma análise de regressão para este fator, empregando-se o teste de Scott-Knott (p≤ 0,05). Para o fator quantitativo (percentuais) utilizou-se regressão na análise de variância. Adicionalmente, para ambos os bioensaios, foi realizada Análise de Probit para estimação dos percentuais/doses letais para controlar 50 % (PL50/DL50) e 90 (PL90/DL90) dos ovos/adultos.

 

RESULTADOS

Na figura 1 estão representadas as porcentagens de eclosão de larvas de P. dermestoides após tratamento dos ovos com o extrato hidroalcoólico de A. pyrifolium em diferentes percentuais. O modelo de maior grau que melhor se ajustou aos dados da eclosão das larvas em função dos percentuais do extrato foi o de segundo grau, com coeficiente de determinação de 95 %, sendo significativo a 1 %, representando de forma confiável os dados experimentais. Pode-se observar que ao aumentar o percentual de extrato ocorre uma diminuição na porcentagem de eclosão de larvas de P. dermestoides. Quando utilizadas os percentuais de 0,0; 25,0; 50,0; 75,0 e 100,0 % as porcentagens de eclosão de larvas foram de 91,0; 78,6; 77,7; 32,3 e 9,1 %, respectivamente.



Os resultados da Análise de Probit para estimação dos percentuais leitais do extrato para controlar 50 (PL50) e 90 % (PL90) dos ovos de P. dermestoides estão contidos na tabela 1. Com base nos resultados constata-se que o extrato de A. pyrifolium apresenta toxicidade aos ovos de P. dermestoides com valores estimados de PL50 e PL90 de 58,66 e 107,78 %, respectivamente.



Na tabela 2 estão organizadas as mortalidades médias de P. dermestoides frente às doses do extrato hidroalcoólico de A. pyrifolium nos períodos de avaliação. Comparando-se os períodos de avaliação dentro de cada dose do extrato, observa-se que para a dose 0,0 (controle) não houve diferença entre os períodos, com mortalidade de 0,0 %. Entretanto, na dose de 625 µL foi constatada diferença estatística entre os períodos de avaliação, com maior mortalidade às 72 h (62,5 %) e a menor mortalidade às 24 h (30,0 %). Para as doses a partir de 1250 µL verificou-se mortalidade total dos insetos, não se constatando diferença estatística entre os períodos de avaliação.

Na figura 2 estão representadas graficamente as mortalidades médias de P. dermestoides, às 24, 48 e 72 h, nas diferentes doses do extrato de A. pyrifolium. De acordo com a regressão na análise de variância, os modelos de maior grau que melhor se ajustaram aos dados da mortalidade em função das doses do extrato foi o de segundo grau, para os três períodos de avaliação, sendo significativos a 1 % com coeficientes de determinação variando de 0,93 a 0,98, representando de forma confiável os dados experimentais. Verifica-se que, para os três períodos de avaliação, ocorreu um aumento da mortalidade a medida que se aumentou a dose do extrato, com morte total dos insetos a partir da dose de 1250 µL.



Na tabela 3 estão dispostos os resultados da Análise de Probit, com as doses estimadas do extrato de A. pyrifolium, para controlar 50 % (DL50) e 90 % (DL90) dos adultos de P. dermestoides. Os valores de inclinação exibidos para os percentuais do extrato de pereiro, após 24, 48 e 72 h de exposição ao extrato, indicam semelhança na ação inseticida entre os períodos de exposição, considerando os valores inclinação e os erros padrões de cada período.



O extrato de A. pyrifolium exibiu elevada ação inseticida contra P. dermestoides, com tendência de superioridade, por ordem decrescente, para o período de 72, 48 e 24 h. Pela Análise de Probit, os valores de DL50 estimados para o extrato de A. pyrifolium, às 24, 48 e 72 h foram de 1304,80; 635,17 e 604,82 µL, respectivamente. Já a DL90, para os mesmos períodos de exposição, os valores estimados foram de 1516,57; 846,19 e 811,23 µL, respectivamente (tabela 3).

 

DISCUSSÃO

Pode-se observar que o extrato de A. pyrifolium exibiu atividade ovicida contra P. dermestoides, ocorrendo incremento de inviabilidade dos ovos com aumento do percentual do extrato na solução. Esse é um aspecto importante para o manejo de pragas, pois indica o potencial dessa espécie de planta para reduzir infestações desse inseto, uma vez que, ao controlar a fase de ovo, as demais fases, consequentemente, não irão se estabelecer na massa de sementes.

O extrato ainda apresentou atividade inseticida sobre os adultos de P. dermestoides. Esta é uma propriedade interessante, pois a espécie vegetal em estudo é facilmente encontrada no campo e o uso desse extrato beneficia o consumidor final do produto atacado pelo inseto, ao meio ambiente, ao aplicador, haja vista que é um produto natural e que tem pouco ou nenhum impacto negativo.

Esses resultados estão de acordo com os de Trindade16 que estudando a atividade larvicida do extrato de etanólico de A. pyrifolium contra Plutella xylostella observaram mortalidades de até 100. Em relação a insetos adultos, resultados semelhantes foram observados por Pessoa,17 onde testando, entre outros extratos, o das cascas de A. pyrifolium e verificaram mortalidade variando de 88,4 a 100 %.

Esses resultados são explicados através do estudo de Silval18 que realizando análises fitoquímicas em diversas estruturas vegetais de A. pyrifolium, verificaram a presença de taninos, antocianinas, antocianidinas e flavonoides. Esses compostos são conhecidos por sua atividade inseticida, sendo provavelmente esses os responsáveis pela ação sobre ovos e adultos observada nesse trabalho.

Com os resultados obtidos pode-se concluir que o extrato de A. pyrifolium apresenta bioatividade sobre ovos e adultos de P. dermestoides; A diluição de 100 % controla aproximadamente 90 % dos ovos de P. dermestoides; Doses a partir de 1250 µL controlam 100 % dos adultos de P. dermestoides

 

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Recibido: 18 de abril de 2017.
Aprobado: 20 de enero de 2018.

 

 

Bruno Adelino de Melo. Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande. Paraíba, Brasil.
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