Inhibición del crecimiento micelial in vitro de fitopatógenos a partir de oleorresina Copaifera reticulata Ducke (copaíba)

ARTÍCULO ORIGINAL

 

Inibição do crescimento micelial in vitro de fitopatógenos pela óleoresina de Copaifera reticulata Ducke (copaíba)

 

Inhibición del crecimiento in vitro de los micelios de fitopatógenos con oleorresina de Copaifera reticulata Ducke (copaíba)

 

Inhibition of in vitro growth of the mycelia of phytopathogens using oleoresin from Copaifera reticulata Ducke (copaiba)

 

 

Christian Neri LameiraI, Benedito Gomes dos Santos Filho II, Osmar Alves LameiraIII, Rosiene Santa Rosa AlcoforadoI, Heliana Ferreira AlvesIV, Ana Paula Ribeiro MedeirosII

I Escola Superior da Amazônia. Belém. Pará, Brasil.
II Universidade Federal Rural da Amazônia. Belém. Pará, Brasil.
III Embrapa Amazônia Oriental. Belém. Pará, Brasil.
IV Faculdade Metropolitana da Amazônia. Belém. Pará, Brasil.

 

 


RESUMO

Introdução: As espécies do gênero Copaifera são encontradas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Amazônica do Brasil. Possuem várias indicações terapêuticas, principalmente contra microrganismos. Na tentativa de minimizar a toxicidade de agentes químicos sintéticos é necessário encontrar formas de diminuir ou inibir a ação desses patógenos através de controle alternativo.
Objetivos: Avaliar o efeito do oleoresina da espécie Copaifera reticulada Ducke no crescimento micelial in vitro de patógeno dos Gêneros Curvularia, Cylindrocladium, Pestalotia Phytophthora, Sclerotium e Thielaviopsis.
Métodos: O oleoresina de C. reticulata foi coletado no campo experimental da Embrapa Amazônia Oriental, situado no município de Mojú, Pará. Foram utilizadas espécies fúngicas cultivadas em meio de cultura BDA (batata, dextrose e Agar) sintético e de oleoresina puro de C. reticulata em três concentrações de 0 %, 0,25 % e 0,5 %. A avaliação do crescimento micelial in vitro foi realizada utilizando uma régua milimetrada determinando-se o diâmetro médio (mm) das colônias.
Resultados: Eles mostraram que a inibição de crescimento era de 61 e 65 % mais elevada nas proporções de 0,25 e 0,5 %, respectivamente, Curvularia sp, Pestalotia sp, Phytophthora palmivora e Sclerotium coffeicola.
Conclusão: Os resultados mostram que é possível utilizar a oleoresina de copaíba para o controle do crescimento micelial in vitro de fitopatógenos.

Palavras-chave: Copaifera reticulata Ducke; Curvularia sp; Pestalotia sp; Phytophthora palmivora; Sclerotium coffeicola.


RESUMEN

Introducción: Las especies del género Copaifera crecen en las regiones sudeste, centro oeste y amazónica de Brasil y tienen varias indicaciones terapéuticas, especialmente contra los microorganismos. En un intento de minimizar la toxicidad de los productos químicos sintéticos es necesario encontrar las maneras de reducir o inhibir la acción de los patógenos mediante el control alternativo.
Objetivos: Evaluar el efecto de la oleorresina de la especie Copaifera reticuladas Ducke sobre el crecimiento in vitro de los micelios de los hongos patógenos de los géneros Curvularia, Cylindrocladium, Pestalotia phytophthora, Sclerotium y Thielaviopsis.
Métodos: La oleorresina C. reticulata se recolectó en el campo experimental de la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria de la Amazonia Oriental (Embrapa) ubicado en el municipio de Moju (Pará). Se utilizaron las especies de hongos cultivados en medio de cultivo agar de papa y dextrosa (APD) sintético y de oleorresina pura de C. reticulata en tres concentraciones de 0 %, 0,25 % y 0,5 %. Se determinó el crecimiento in vitro de los micelios y se midió el diámetro promedio (mm) de las colonias con ayuda de una regla milimetrada.
Resultados: Se demostró que la inhibición del crecimiento de Curvularia sp, Pestalotia sp, Phytophthora palmivora y Coffeicola sclerotium fue 61 y 65 % en concetraciones de 0,25 y 0,5 % de oleorresina pura de C. reticulata, respectivamente.
Conclusiones: Los resultados de este estudio revelan que se puede utilizar la oleorresina de copaiba para controlar el crecimiento in vitro de los micelios de fitopatógenos.

Palabras claves: Copaifera reticulata Ducke; Curvularia sp; Pestalotia sp; Phytophthora palmivora; Sclerotium coffeicola.


ABSTRACT

Introduction: The species from the genus Copaifera growing in the southeast, central west and Amazon regions of Brazil have several medicinal uses, particularly against microorganisms. To minimize the toxicity of synthetic chemicals it is necessary to find ways to reduce or inhibit the action of pathogens through alternative control.
Objective: Evaluate the effect of oleoresin from the species Copaifera reticulated Ducke on in vitro growth of the mycelia of pathogenic fungi of the genera Curvularia, Cylindrocladium, Pestalotia Phytophthora, Sclerotium and Thielaviopsis.
Methods: Oleoresin from C. reticulata was collected from the fields at the Western Amazonia experimental agricultural research enterprise (Embrapa) in the municipality of Moju (Pará). The fungal species used had been grown in synthetic potato and dextrose agar (PDA) culture media and pure C. reticulata oleoresin at three concentrations: 0 %, 0.25 % and 0.5 %. Determination was made of in vitro growth of the mycelia and measurements were taken of the average diameter (in mm) of the colonies with the aid of a millimeter ruler.
Results: It was found that growth inhibition of Curvularia sp, Pestalotia sp, Phytophthora palmivora and Sclerotium coffeicola was 61 % and 65 % at concentrations of 0.25 % and 0.5 % of pure C. reticulata oleoresin, respectively.
Conclusions: Results revealed that copaiba oleoresin may be used to control in vitro growth of the mycelia of phytopathogens.

Key words: Copaifera reticulata Ducke, Curvularia sp, Pestalotiopsis sp, Phytophthora palmivora, Sclerotium coffeicola.


 

 

 

INTRODUÇÃO

Entre as plantas medicinais mais estudadas do mundo encontram-se as pertencentes ao gênero Copaifera pertencente à família Leguminosae-Caesalpinoidae, as copaibeiras, típicas das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Amazônica do Brasil, que possuem também importância madeireira e ornamental.1

Originários do metabolismo das plantas, os óleos essenciais possuem uma complexa composição química e são considerados fontes de substâncias biologicamente ativas, principalmente contra microrganismos.2 Esses são promissores agentes antifúngicos com potencial para as agroindústrias.3

A oleoresina de copaíba é um produto natural e sua atividade antimicrobiana tem sido relatada por vários pesquisadores.4 Além das atividades anti-inflamatórias, cicatrizantes e antimicrobianas, dentre outras, a oleoresina de Copaifera reticulada Duck, Fabaceae (copaíba) também pode ser considerada com potencial farmacológico.5

O desequilíbrio no ambiente de cultivo de plantas favorece o surgimento de pragas e doenças, e na agricultura o controle das doenças tem se intensificado, sendo realizado basicamente através do emprego de produtos sintéticos.6 Dentre as alterações causadas por fatores desfavoráveis do ambiente, estão excesso e deficiência de umidade, alta e baixas temperaturas, desequilíbrios nutricionais desencadeados por solos de baixa fertilidade, sendo chamadas de doenças abióticas. Já as doenças bióticas podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus, fitoplasmas e nematóides, etc.7

Fungos do gênero Sclerotium causam a murcha de esclerócio em Capsicum annuum L.8 (pimentão). Já os do gênero Cylindrocladium são responsáveis pela podridão peduncular nos Cocos nucifera L.9 (coco). Fungos do gênero Phytophthora são responsáveis pela podridão das raízes e frutos do Carica papaya L. (mamoeiro), especialmente nas regiões onde ocorrem altas precipitações pluviométricas e solos mal drenados10 e os do gênero Pestalotia estão associados à podridão dos frutos do mamoeiro pós-colheita.11 Fitopatógenos do gênero Curvularia ocasionam mancha foliar em Bactris gasipaes Kunth12 (pupunheira), enquanto os do gênero Thielaviopsis ocasionam a doença conhecida como resinose do Thielaviopsis paradoxa13 (coqueiro).

A utilização de produtos químicos, em doses excessivas ou de forma inadequada, no controle de doenças, pragas e plantas daninhas, tem promovido grandes danos ambientais, contaminação de animais, intoxicação de agricultores, entre outros. Buscando alternativas de controle menos agressivas, extratos de plantas têm sido utilizados com sucesso.14

Muitas substâncias foram identificadas na composição química da oleoresina de C. reticulata, detectando-se a presença do sesquiterpeno - β-cariofileno.15 Testes in vitro com oleoresina de Copaifera sp inibiram o crescimento micelial de fitopatógenos do gênero Rhizoctonia.14

O objetivo deste trabalho é avaliar a oleoresina de C. reticulata Ducke na inibição do crescimento micelial in vitro de fitopatógenos dos gêneros Curvularia, Cylindrocladium, Pestalotia, Phytophtora, Sclerotium e Thielaviopsis.

 

MÉTODOS

O trabalho foi realizado no Laboratório de Fitopatologia da Embrapa Amazônia Oriental, Belém, Pará, utilizando espécies fúngicas fitopatógenas cultivadas em meio de cultura BDA (batata, dextrose e Agar) sintético e oleoresina de C. reticulata.


Material vegetal

A oleoresina de C. reticulata foi coletada, seguindo técnicas descritas,15 no campo experimental da Embrapa Amazônia Oriental, situado no município de Mojú, Pará, no Km 30 da rodovia PA-150, entre as coordenadas geográficas de 2°08'14" a 2°12'26" de latitude sul e 48°47'34" a 48°14" de longitude a oeste de Greenwich e altitude de 16 m. A identificação botânica foi realizada no Laboratório de Botânica da Embrapa Amazônia Oriental, pela Dra. Silvane Tavares Rodrigues, e as exsicatas, encontram-se no Herbário IAN da mesma instituição sob o número de coletor 185178.


Ensaio do crescimento micelial

Os isolados dos patógenos utilizados nos experimentos (Curvularia, Cylindrocladium, Pestalotia, Phytophtora, Sclerotium e Thielaviopsis) foram obtidos no laboratório de fitopatologia da Embrapa Amazônia Oriental, provenientes de culturas recentes desprovidas de contaminação. Os fungos foram cultivados a partir de repiques de discos de 3 mm para placas de Petri contendo meio BDA previamente fundido, autoclavado a 120 °C, por 20 minutos e uma atm de pressão e seguido de resfriamento até a temperatura de 25 °C. Após o tempo de cultivo, um disco micelial do fitopatógeno contendo 3 mm foi depositado sobre o meio BDA sintético previamente fundido, após serem autoclavados a 120 °C por 20 minutos e uma atm de pressão e seguidos de resfriamento a 47 °C, aproximadamente, e adicionado ao meio BDA a oleoresina de C. reticulata nas diversas diluições.

A amostra utilizada na verificação da inibição fitopatogênica foi da oleoresina puro de C. reticulata em três concentrações de 0,25 e 0,5 % para os fitopatógenos Curvularia sp, Cylindrocladium sp, Pestalotia sp, P. palmivora, S. coffeicola e Thielaviopsis sp, e Testemunha, nesta utilizada apenas 100 mL do meio BDA sintético contendo disco micelial de 3 mm do fitopatógeno.


Determinação do crescimento micelial

A medição do crescimento micelial in vitro foi realizada utilizando uma régua milimetrada determinando-se o diâmetro médio (mm) das colônias (média de duas medidas opostas). As avaliações foram realizadas com três a cinco dias de cultivo in vitro, de acordo com o crescimento micelial de cada fitopatógeno e comparado ao crescimento da Testemunha.


Análise estatística

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial contendo quatorze tratamentos (seis espécies fúngicas + testemunha x duas concentrações da oleoresina) e cinco repetições. A análise estatística foi feita por meio da análise de variação, comparando as medidas pelo teste de Tukey a 5 % de probabilidade utilizando o programa estatístico SISVAR.

 

RESULTADOS

Em todos os tratamentos, o efeito da inibição do crescimento do patógeno pela oleoresina de C. reticulata foi dependente da dose utilizada, porém com diferenças no diâmetro máximo das colônias, em função das concentrações empregadas (tabela 1).


Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem estatisticamente ao nível de 5 % pelo teste de Tukey.

 

Todas as concentrações utilizadas no controle do crescimento micelial in vitro dos fitopatógenos S. coffeicola (Fig), Curvularia sp, Pestalotia sp e P. palmivora mostraram redução do crescimento das colônias dos patógenos em relação à testemunha. A concentração de 0,5 % apresentou maior efeito no crescimento micelial dos fungos, verificando-se que a inibição do crescimento é diretamente proporcional ao aumento da concentração da oleoresina junto ao meio BDA sintético. A maior inibição do crescimento ocorreu no fungo Pestalotia sp, com crescimento médio de 2,48 e 1,48 cm para as concentrações de 0,25 e 0,5 %, respectivamente. O fungo Curvularia sp em relação ao S. coffeicola apresentou maior inibição no crescimento para a concentração de 0,25 %, entretanto o inverso ocorreu para a concentração de 0,5 %.

 


Na tabela 2, observa-se que para os fungos Cylindrocladium sp e Thielaviopsis sp, nenhuma das concentrações utilizadas apresentaram resultados na inibição do crescimento micelial superiores a 35 %. A maior inibição do crescimento micelial foi para os fungos Pestalotia sp e P. palmivora, superiores a 70 %. Sendo que para o fungo Pestalotia sp a concentração de 0,5 % foi superior a 0,25 %. Não ocorrendo diferença significativa entre as concentrações para os demais fungos.

 

Médias seguidas da mesma letra minúscula na coluna e maiúscula na linha não diferem estatisticamente ao nível de 5 % pelo teste de Tukey.

 

DISCUSSÃO

Diversos estudos têm sido realizados na busca de controle alternativo de doenças em plantas. A utilização da oleoresina de Copaifera sp demonstrou toxicidade contra Rhizoctonia solani e Sclerotium rolfsii, evidenciando que as espécies do gênero Copaifera, de uma maneira geral, podem ser utilizadas no controle de espécies fúngicas in vitro.16 Já a utilização do extrato de Stylosantes sp. na concentração em 25 %, a maior do experimento, controla o desenvolvimento micelial de Sclerotinia sclerotiorum em meio BDA,17 demonstrando que o aumento da concentração tende a inibir o crescimento do fitopatógeno, resultado semelhante ao obtido no trabalho e exposto na tabela 1.

O uso da oleoresina de C. reticulata16 e de A. sativum L.18 demonstrou que plantas consideradas medicinais têm sido eficientes na redução do crescimento micelial e germinação in vitro de escleródios deM. phaseolina. Análises realizadas com Baccharis trimera utilizando A. sativum demonstraram a mesma eficiência no ensaio da inibição do crescimento micelial do fitopatógeno P. palmivora.19

Fungos dos gêneros Curvularia apresentaram menor desenvolvimento de colônia, com valores variáveis de 30 %, quando cultivados em meios contendo extrato de alho nas concentrações de 1 000 ppm,20 diferentemente ao resultado obtido no presente trabalho onde a inibição mínima do fungo foi superior a 62 %. E os resultados dos estudos utilizando o óleo essencial de Cedrus deodora no controle de Curvularia lunata mostrou-se mais efetivo do que os fungicidas sintéticos, não apresentando efeito adverso à germinação das sementes e crescimento das plântulas.21 Ensaios com o óleo essencial de O. gratissimum demonstraram que as concentrações de EBA em meio BDA acima de 15 % de plantas colhidas no inverno promoveram inibição total do crescimento micelial de fungos do gênero Sclerotium,22 resultado semelhante ao obtido nesse trabalho, onde a concentração de 0,25 % da oleoresina em meio BDA foi suficiente para inibir em mais de 60 % o crescimento do fungo do mesmo gênero.

As concentrações utilizadas de C. reticulata na inibição do crescimento micelial in vitro dos fitopatógenos são eficientes. O fitopatógeno Pestalotia sp apresenta sensibilidade aos efeitos fungicidas do oleoresina de C. reticulata. A inibição do crescimento micelial dos fitopatógenos é diretamente proporcional à concentração da oleoresina de C. reticulata. Os resultados mostram que é possível utilizar a oleoresina de copaíba para o controle do crescimento micelial in vitro de fitopatógenos.

 

Conflicto de intereses

Los autores plantean que no tienen conflicto de intereses.

 

REFERÊNCIA

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Recibido: 25 de noviembre de 2015.
Aprobado: 26 de marzo de 2018.

 

 

Christian Neri Lameira. Escola Superior da Amazônia, Belém-PA.
Correo electrónico: christianlameira@yahoo.com.br





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